Dia da Terra
Nas minhas "andanças" para conferir o que outros blogueiros escreveram sobre o assunto, descobri textos maravilhosos, como da
Maria Augusta e da
Luma.
Infelizmente, não terei tempo para ler outros posts. É um assunto extenso.

Confesso que minha (efetiva) preocupação com o meio ambiente é recente. Antes, era somente discurso (na escola, faculdade...).
Sonho um dia com a "minha" casa, onde eu possa instalar sistemas como de energia solar, ou mesmo de captação da água de chuva. Mas, até lá, posso cooperar de outras maneiras.
Já faz um bom tempo que separo o lixo doméstico. O orgânico (cozinha e banheiro) vai para o lixo mesmo. Os demais resíduos considerados recicláveis, eu os separo: caixa de leite e suco, vidros, plástico (pet, tampinhas e outras embalagens), latinhas de alumínio, papel, papelão, bandejas de isopor. Tudo e mais um pouco bem lavado e seco.
Faço também a separação de óleo de cozinha em garrafas pet, e estou à procura de uma entidade, cooperativa ou empresa que possa utilizá-lo para reciclagem.
Na cidade onde moro, existem várias cooperativas. Mas, quem faz a coleta em minha casa é uma quase vizinha. Este trabalho se transformou no sustento dela e dos cinco filhos.
Hoje, este tipo de trabalho já faz parte da rotina de muita gente.
Apesar de haver esta "mobilização", acredito que muitos não se dão conta de que o seu lixo pode se transformar em um prato de comida na mesa de outro.
Ao invés de iniciativas isoladas, as Prefeituras, por exemplo, poderiam incentivar a população a aderir à coleta seletiva de lixo.
Claro, que existem inúmeros procedimentos que visam minimizar os impactos negativos causados a nossa atual morada, a Terra.
A pequenos passos, devemos continuar seguindo em frente, ainda que alguns danos causados à natureza sejam irreversíveis, não podemos recuar, ou seremos nós a próxima raça rumo à extinção.