quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Metas

Sinto que esse novo ano será muito importante para várias mudanças em minha vida. Estou muito entusiasmada. Talvez, as mudanças não sejam imediatas, mas será o ano para o primeiro passo em busca de grandes realizações. Pretendo estabelecer algumas metas simples, como muita gente faz. Bom, então aí vão elas:

Espero ter muita saúde e proteção para nunca desistir !

domingo, 30 de dezembro de 2007

Aí vem 2008!

Já que 1º de Janeiro de 2008 vem chegando, queria deixar registrada a minha expectativa para esse novo ano. Gosto de anos pares. Mas, deixando as supertições de lado, sempre acreditei fervorosamente que um novo ano é desafiante, ou seja, que nem "tudo serão flores", mas que estarei pronta para o que "der e vier".
Como admiro o trabalho de Luis Fernando Verissimo, reproduzo um cartum de sua autoria e que pode representar de forma simples o que queria desejar a todos:

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

Wonderful Life



Letra da música

Gosto, nem tanto pelo vídeo, mas a letra diz muito.

terça-feira, 25 de dezembro de 2007

Mais um ano que passa...

Parece bobagem, mas é inevitável: as festas de final de ano sempre trazem recordações e exames de consciência. E hoje, entendo melhor que toda essa correria e agitação para as comemorações servem como elo para manter aqueles que amamos mais próximos.

Nunca gostei de bebedeira e comemoração extravagante no Natal. Confesso que já foi preciso me conter para não ceder aos apelos consumistas e às disputas pelos presentes.
Por outro lado, não é preciso lembrar o verdadeiro significado somente nesta época do ano.
Mais uma vez, agradeço por tudo e mantenho a fé.

sábado, 22 de dezembro de 2007

E a vida segue...

Deixando a derrota para trás e concentrando-me no presente.

As surpresas que a vida oferece são sempre bem-vindas, pois acredito que é uma das formas para aprender.
Humildade, acima de tudo para aceitar o que não pode ser mudado.
Paciência, para moldar as situações que possam ser favoráveis.
Existem outras opções, e é isso que me anima.
É hora de arregaçar as mangas e seguir em frente.

domingo, 16 de dezembro de 2007

Derrota

Estava ansiosa, nervosa, aguardando o resultado. Quando se deseja muito que algo se realize, você jamais pensa que não irá conseguir. Ao contrário, você faz planos e vislumbra o sucesso. Mas, ainda não foi dessa vez. Para mim, era como um vestibular e não ser aceita por uma instituição, doeu demais. A rejeição sem conhecer o motivo é ainda mais intrigante. Você se questiona: o que será que deu errado? Mas, não há resposta. Só a certeza que seu nome não foi selecionado e, quem sabe, tentar no próximo ano.

Nunca fui uma aluna brilhante, com notas máximas. Mas, de alguma forma me esforçava muito para aprender e ainda hoje, sou assim. Estudar é um grande prazer. Não será essa derrota que me fará desistir. Compromissos domésticos, idade e/ou outros fatores não serão barreiras.
É aí que entra a fé. Acreditar que será possível...um dia, será possível.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

CPMF, o fim!

O Senado conseguiu "barrar" a prorrogação da CPMF, tão defendida pelo Governo atual. Fala-se em perdedores e vencedores, mas na verdade, a "massa" é quem sempre sente o golpe. Sim, porque a especulação existe e dúvidas surgem.
Há uma "ameaça" no ar: "se" o governo agir assim, "se" o governo tomar essa ou aquela providência, os juros irão subir, outro tributo terá que pagar o pato, e por aí vai...
Sou a favor do fim da CPMF, mas, daqui pra frente o que preocupa é: que tipo de manobra será feita para "cobrir" a perda da arrecadação deste tributo?
Usar o setor da Saúde como desculpa ou como bode expiatório não colou. A Saúde Pública no Brasil vai mal das pernas já faz muito tempo. Se a ameaça do nosso "querido" Presidente se confirmar, então o caos será cotidiano nos hospitais públicos. Dá um arrepio só de pensar no povo que não pode ter acesso a plano de saúde privado e tem que se sujeitar às péssimas condições dos serviços públicos de saúde.
Será que a "metamorfose ambulante" e sua trupe encontrarão uma saída menos injusta para com a plebe?

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Agradecimento

Já disse em outro post que não gosto muito de expressar opiniões a respeito de religião. Então, esse não será para falar especificamente sobre o assunto. Na verdade, gosto de me referir à fé. E para mim, tem muita importância.

A misericórdia divina tem sido providencial nos momentos que recorro a ela. Minha mãe esteve doente esta semana, mas agora está tudo bem e não há gravidade. Como estamos longe uma da outra, só podia rezar. Mas, minha irmã foi a mais dedicada à situação.
Sendo assim, agradeço a Deus e a família que deu apoio a minha mãe naquele momento.
Essa é uma das maneiras de expressar minha gratidão.

Ausência temporária...

Desde sábado sem conexão...é terrível. É, pode ser exagero, mas as idéias vão se acumulando e...não há como extravasar. Mas, a conexão voltou e aqui estou! Mãos à obra!

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Vivendo e aprendendo

Bateu uma preguicinha. Não sabia o que escrever, porque a indecisão, às vezes, atrapalha. Fico preocupada em dar uma ordem razoavelmente lógica para os assuntos, concatenar as idéias e, acabo me enrolando toda.

Tem sido uma experiência agradável ser "blogueira", principalmente porque você fuça em blogs alheios e percebe que há muita criatividade à solta. Fui pesquisar um assunto. Quis saber o que era o tal de "meme" e me deparei com um blog bastante interessante, onde o autor refere-se aos erros grotescos de português, que podem ser encontrados em comentários, posts, fóruns e onde mais a "galera" se expressa. Concordo com ele. Não sou exímia conhecedora da língua portuguesa, mas, convenhamos, são erros tão primários e inaceitáveis que só há uma explicação: é proposital.
Não há desculpa, existem inúmeros dicionários on line para consulta, corretores ortográficos, além de outros recursos à mão.
Se continuarem a assaltar a gramática e a assassinar a lógica - como cantam os Paralamas do Sucesso - breve teremos uma espécie de desvario ortográfico, onde cada um faz a sua maneira.
É preciso bom senso!

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Quase lá!

Ai meu Deus! Falta pouco! Essa semana foi um desafio pra mim. Aliás, o mês de novembro tem sido de grande tribulação. Mas não perdi a fé, de jeito algum. Só vou revelar o motivo dessa expectativa em dezembro, quando terei a resposta definitiva. Até lá, as unhas foram para as "cucuias", perdi alguns gramas (ou quilos), a ansiedade será minha companheira e minhas noites serão de muitas orações (graças a Deus!).

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Gosto muuuuito!!!

Letra da Música

Letra Traduzida

Diferentes...mas, iguais

Faz parte do calendário nacional o dia da Consciência Negra, que será comemorado amanhã, dia 20 de novembro. Penso que nem seria necessária uma data específica para refletir sobre os negros e sua grande contribuição na construção do país. No entanto, lamentavelmente, ainda insistem a intolerância, o preconceito e a indiferença de alguns.

Convivi com pessoas de todas as cores, crenças e opiniões de maneira tranqüila e jamais considerei ou desconsiderei quem quer que fosse por essas diferenças. Nunca houve, para mim, esse prejulgamento. Minha mãe, por exemplo, é descendente de índio. Se eu montasse a minha árvore genealógica certamente encontraria parentes negros. Portanto, a discussão não faz sentido para mim. O valor de uma pessoa não está na sua raça, mas no seu caráter.
Sempre estudei em escola pública, exceto a Faculdade (que consegui pagar porque tinha o extinto Crédito Educativo), e tive várias colegas e amigas negras. É estranho fazer referência a elas desta maneira, porque pra mim não há tabu, não há divisão, não há diferença. Eram amigas da adolescência, tive vizinhos negros, amigos de infância e depois no trabalho tive também colegas negros. Meu gerente era negro, e para mim era indiferente porque o respeito à hierarquia na empresa não nos distingüia pela raça.
Os direitos e deveres devem ser iguais para todos. Se fosse simples assim, a discussão em torno deste assunto já teria terminado. Espero que um dia, as pessoas se livrem desta intolerância, para que a nossa sociedade viva melhores dias.
Homenagem à:
- Rogéria e Cláudia, colegas do antigo ginásio(nunca mais tivemos contato mas tenho saudades).
- Débora e seus gêmeos, ainda não os conheci.
- Meu ex-gerente Sr. Aurélio e sua família.
- E a todos, com grandeza de alma, que não me recordo agora, mas com os quais convivi ou conheci.

domingo, 18 de novembro de 2007

Super-Exploração da Imagem

Há uma coisa que me incomoda, e não é por despeito. Os meios de comunicação - principalmente TV e revistas - têm explorado de forma maçante a imagem de "famosos". Como temos liberdade (graças a Deus!) para selecionar o que queremos ver, ouvir e ler, é possível se desvencilhar do sensacionalismo e do jornalismo apelativo sobre a vida das intituladas "celebridades". A palavra "celebridade" tem sido bastante utilizada para designar alguns famosos da TV, e outros, nem tanto.

Célebre (no Houaiss) quer dizer "distinto pelo saber, mérito e demais qualidades louváveis; notável, ilustre". Ótima definição para expressar minha opinião. Não assino e não leio revistas especializadas em "fofocas". Não tenho nada contra atores, atrizes, cantores, cantoras e outros artistas do meio, ao contrário creio que alguns tenham qualidades louváveis. No lugar da super-exposição do corpo feminino, de assuntos medíocres, do clamor ao poder, dinheiro, consumismo e beleza (que têm como único objetivo ganho de audiência e alto faturamento), deveria-se dar destaque àquilo que nos orienta à verdade, ao raciocínio, ao conhecimento, ao crescimento intelectivo. O que será das crianças de hoje e de outras que ainda virão, sem a memória viva de escritores, escritoras, poetas, artistas e estudiosos que contribuíram efetivamente para a construção de nosso país, de nossa cultura, literatura, ciência, enfim de nossa identidade nacional.
Não defendo o extermínio dos programas de TV e das revistas que divulgam e exploram a imagem destas "celebridades". Todos temos liberdade para fazer o que se quer. Apenas sei que eu e minha família não fazemos parte das estatísticas de audiência. Mas, aproveito este espaço para alertar outros pais que busquem outras alternativas de entretenimento para seus filhos e não se deixem "contaminar" por essa alienação. Mesmo quem não pode pagar por assinatura de TV (como é o meu caso), há por exemplo, a TV Cultura que dispõe de ótimos programas de caráter informativo, de interesse público e que visa a transformação qualitativa da sociedade. It´s just it!

sábado, 17 de novembro de 2007

Identidade Pessoal - Parte II

Ainda falando em música...lembrei-me das canções de Milton Nascimento, Beto Guedes, Lô Borges e do Skank. Ah! Mas há também a música instrumental de Léo Gandelman e David Sanborn (que tocam Sax como meu pai), e Vangelis. Gosto de ouvir Leila Pinheiro, Jon Anderson e muito, muito mais...

Não dá para falar de todos os artistas e bandas. Na verdade, agora nem me lembro de todos que gosto. O engraçado é que, sem qualquer presunção, acabo gostando das bandas e artistas ingleses, além dos brasileiros, claro. Jamais entro numa discussão para defender quem é melhor ou pior, quando o assunto é música. Até porque, gosto de ouvir, mas não me aprofundo no assunto.
Apesar de gostar de música, nunca fui chegada à tietagem. Nada contra quem é tiete (o/a extremamente exagerado/a), mas para mim é surreal. Bom, é o que penso e não pretendo ofender a quem quer que seja.
Numa outra postagem pretendo falar sobre o termo "celebridade", tanto explorado em revistas (de fofoca) e na TV.

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Identidade Pessoal - Parte I

Sempre gostei de música. Quando eu tinha uns 6 ou 7 anos ganhei um gravador cassete portátil (não me lembro a marca, mas provavelmente era japonesa) do meu Tio. Meu pai era músico, assim como seu pai e seus irmãos. Eu, apesar de gostar de ouvir música, dançar e cantar (no chuveiro ... ) não consegui aprender sequer uma nota musical. Meu pai tentou me ensinar a tocar violão, mas não tive paciência. Hoje, com minha família, deixo para meu marido e meus dois filhos esta tarefa.

Costumo ouvir um pouco de "tudo" quando o assunto é música, mas não me considero eclética. Prefiro falar do que gosto, a falar do que não gosto. Até porque, gosto não se discute. Quando criança, ouvia meus pais cantarem música brasileira das décadas de 1950 e 1960. Mas, gostava mesmo de ouvir e tentar cantar as músicas em inglês. Foi meu primeiro contato com uma língua estrangeira. Ele tinha uma fita cassete e lembro de ouvir Rush, Genesis, Donna Summer e outros da década de 1970. O gravador era uma grande diversão para mim, comparado ao computador de hoje. Eu nasci no interiorzão de MG e lá a vida era pacata. Portanto, era uma novidade!
Depois, tendo meu próprio dinheirinho, fruto de meu trabalho, pude comprar alguns LP´s. Na década de 1980 eles eram a "febre". Curtia Legião Urbana, Biquini Cavadão, Ultraje a Rigor, Paralamas do Sucesso, Kid Abelha, e todos os Hits Pop da época. Quando chegaram os CD´s a "febre" aumentou. Na década de 1990 eles ainda não eram tão caros e era possível encontrar coisa muito boa nas grandes Lojas de Departamentos com preços acessíveis. Passei a ouvir um pouco de jazz, blues, rock progressivo, R&B, soul, new age, sem esquecer o Rock, Pop e MPB.
Hoje, já não é possível comprar os CD´s ou DVD´s com frequência. Primeiro que os preços são "amargos" e segundo que o orçamento doméstico não permite. Mas, é possível ouvir as mesmas músicas e muito mais pela "net". Ainda bem que há uma alternativa, né?
A música é democrática e universal, você pode ter os pés num continente e, em algum momento, ter a cabeça no outro. De repente, você ouve uma música africana cheia de ritmo e alegria, ou ouve uma música indiana que traz vibrações espirituais posivitivas. Esse é o lado bom da globalização.

sábado, 10 de novembro de 2007

Ciência, Saúde, Qualidade de Vida

O 'Dia Mundial da Ciência pela Paz e pelo Desenvolvimento' é celebrado em todo o mundo no dia 10 de novembro. "O objetivo é chamar a atenção da sociedade para a importância da ciência e tecnologia como meio de promoção da paz e do desenvolvimento humano, social e econômico, além de alertar para a necessidade de mais investimentos na área e no ensino de Ciências". Coincidência ou não, a TV Cultura reexibiu hoje a entrevista com o Dr. Patch Adams no programa Roda Viva. Sinceramente só conhecia a história por meio do filme, no qual o ator Robin Williams interpreta o papel do médico. Fiquei encantada com a naturalidade das respostas e a descontração do Dr. Sem dúvida ele tem opiniões muito diferentes de muitos colegas de profissão, felizmente. Todo o seu vigor e energia deveria contagiar muitos profissionais ligados à área de saúde no nosso país. Não me refiro aos atendimentos médicos precários à população devido ao abandono do poder público. Quem precisa de atendimento médico-hospitalar na rede pública sofre e todos sabem que muitos médicos fazem mágica para tentar atender à população. Refiro-me aos atendimentos na rede privada. Só mesmo quem ama a profissão é capaz de tratar o outro com respeito, paciência, tolerância e dignidade. Eu tive duas experiências nada agradáveis com o mesmo médico responsável pelo ultra-som durante minhas gravidezes. Nunca mais esqueci o seu "ar" grosseiro e "superior" ao falar comigo. Enfim, sempre há alguém com uma história de um atendimento médico (da rede privada), no mínimo "frio". Ainda bem que existem exceções!
Mas, voltando ao Dr. Patch Adams, é mesmo impressionante o seu trabalho. Ele diz: "Seria muito difícil trabalhar com medicina corporativa e ter que mentir diariamente para os pacientes e para mim". A sua forma "humanizada" de tratar os pacientes e seus males é mesmo admirável.

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Honestidade!!!

Honestidade no Houaiss significa "qualidade ou caráter de honesto, atributo do que apresenta probidade, honradez, segundo certos preceitos morais socialmente válidos".

Servindo-me dessa definição, gostaria de relatar dois acontecimentos que só se diferem pela data e local, e que tiveram um desfecho inusitado. Há uns três anos atrás, meu marido perdeu a carteira quando saía para trabalhar. Nem preciso dizer que ficamos todos desesperados. Após inútil procura, só restava ir até à delegacia e providenciar a emissão da 2ª via dos documentos, além de amargar o prejuízo com a perda do dinheiro. Mas, eis que uma "boa alma" encontra a carteira e a devolve intacta! O senhor fez questão de entregá-la pessoalmente e quando meu marido insistiu para que recebesse uma pequena recompensa, ele a recusou. Bendito seja!
Na semana passada o mesmo episódio. Meu marido saiu para trabalhar e novamente perdeu a carteira. O desespero desta vez foi maior. Fizemos o trajeto para ver se havia caído no caminho, mas não encontramos nada. Seria possível outra "boa alma" tê-la encontrado e mais tarde devolvê-la? Quando já não havia mais esperança, eis que o telefone toca e a jovem se identifica dizendo que estava de posse da carteira. Eu dei um salto de alegria e a agradeci sinceramente. Fomos até a jovem para pegar a carteira e agradecer. Meu marido insistiu para que ela ficasse com uma pequena quantia, mas ela recusou.
O que será que motiva as pessoas a tal ato? A honra? O caráter? A sensação de "consciência tranqüila"? Será que pessoas que pensam e agem com honestidade buscam na essência dos ensinamentos dos pais e de seus exemplos? Será essa a maior influência?
Lembro-me que há uns 25 anos atrás (aproximadamente) meus pais encontraram uma carteira e a devolveram para a moça. Eles também recusaram a quantia oferecida como recompensa.
Penso que boas ações são intermináveis, como um ciclo que não se fecha.
"Somente as pessoas honestas e fiéis possuem a grandeza d’alma dos que já se contam entre os espíritos verdadeiramente livres."

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Política Vexatória

Já faz tempo que o Congresso adotou o "toma lá, da cá". Nada se perde, tudo se transforma (em benefício próprio, claro). No intuito de "melhorar" a imagem do Senado, cada parlamentar deverá prestar contas da verba indenizatória de R$ 15 mil que recebe mensalmente. Mas, parece que essa decisão feriu a lisura de alguns respeitosos senadores. Neste caso, a saída foi uma contraproposta. Como o salário de um senador é de R$16,5 mil, já se cogita um aumento de salário, equiparando ao de um Ministro do STF que é de R$ 24 mil. Será que os estimados senadores têm a mesma competência e formação acadêmica que façam jus ao salário reivindicado?
Com tantos benefícios e ajuda de custos (combustível, viagens, etc), as coisas por lá vão muito bem...
Por essas e por tantas outras razões (nepotismo, etc) é que a política brasileira é uma verdadeira bagunça. Como dizia um ex-colega de trabalho é como "perfumar o porco".

CPMF...mais uma vez...

É desagradável, mas inevitável. Não dá para fechar os olhos e ouvidos. Mesmo que quisesse ficar distante do assunto, você sente no "bolso". Muito já foi escrito e comentado: quem é contra e quem é a favor da prorrogação da CPMF. Vale a pena ler alguns comentários sérios e fundamentados. Porém, àqueles que consideram a CPMF um tributo quase "perfeito" eu gostaria de lembrá-los: muitos brasileiros que ganham salário mínimo ou trabalham informalmente, movimentam suas contas bancárias (cujos valores são irrisórios perante os mais de 23 bilhões arrecadados pela CPMF em 2007) e não têm como "fugir" do tributo em questão, ou desempregados como eu, que necessitam manter uma conta aberta para eventual ajuda da família.

Basta saber até quando vai a farra promovida pelo Governo Federal e pela classe política, porque de um jeito ou de outro, todos são favorecidos.
É mais um desabafo...